Inspirado por uma samambaia surge eletrodo inovador.

Inspirado por uma samambaia surge eletrodo inovador.

Design, Tecnologia

Inspirados por uma samambaia pesquisadores desenvolveram um protótipo de eletrodo inovador, que poderá ser a resposta para o desafio de armazenamento de energia solar.

O eletrodo inovador pode ser combinado com uma célula solar para colheita e armazenamento de energia no mesmo “chip”.

O armazenamento de energia tem sido um dos principais obstáculos para adoção generalizada de energia solar, mas isso pode estar prestes a mudar. O eletrodo inspirado na natureza, desenvolvido por dois cientistas, Litty Thekkekara e Min Gu da Universidade RMIT na Austrália, pode conter a chave para o armazenamento drasticamente melhorado. O eletrodo que é inspirado no padrões da folha de uma samambaia, promete aumentar em muito a capacidade de armazenamento de energia.

O protótipo baseado em grafeno também abre um novo caminho para o desenvolvimento de um filme fino e flexível com características de captação e armazenamento de de energia proveniente dos raios solares.

A revista Scientific Reports publicou a pesquisa, onde fica claro que usando o novo elétrodo em combinação com uma célula solar, será possível o desenvolvimento de películas solares flexíveis, que substituirão as tradicionais placas solares rígidas, volumosas que são limitadas no uso. Com as películas solares flexíveis as baterias atuais se tornarão uma coisa do passado, num futuro próximo os carros híbridos não vão precisar de estações de carga, edifícios serão auto-alimentados e eletro domésticos vão parecer inteligentes.

O trabalho realizado pelos cientistas, demonstra um novo design de eletrodos de grafeno, construída a laser biomimético a estrutura é similar a encontrada nas folhas de samambaia, que tem como característica intrincados padrões de auto-repetição conhecidos como fractais. O desenho se baseou na própria solução genial da natureza para o desafio de preencher um espaço da maneira mais eficiente possível.

O novo eletrodo é projetado para trabalhar com Supercapacitores, que podem carregar e descarregar energia muito mais rápido do que os sistemas convencionais. É uma tecnologia emergente que pode promover a energia solar como a fonte preliminar de eletricidade.

Magic Calendar é o conceito de um Calendário Mágico.

Magic Calendar é o conceito de um Calendário Mágico.

Design, Gadgets, Tecnologia

Magic Calendar é um projeto conceito para um calendário de parede produzido com tela e-ink. Um calendário eletrônico de alta resolução que oferece a conexão entre os calendários virtuais e o mundo físico que nos rodeia.

Criado pelo designer Kosho Tsuboi, o calendário tem uma tela de e-ink que será atualizada com qualquer coisa que você adicionar ao seu calendário do Google. A tecnologia utilizada proporciona uma autonomia de até três meses de funcionamento com uma única carga.

O calendário mágico é uma ideia de gênio pois afinal, muitos de nós, utilizamos com frequência aplicativos de calendário e temos pelo menos um calendário de papel pendurado em nossa casa. Por que não combinar ambos? Felizmente, isso é exatamente o que este produto faz.

Ele poderá ser usado como um calendário de papel e também servirá como painel de recados muito prático. Pendurado na parede da sua casa ou sobre a mesa do seu escritório, para você anotar seu próximo compromisso ou alguma data importante. Poderá ser conectado ao seu Google Calendar, assim tudo que você anotar nele vai ficar salvo no seu smartphone e na nuvem.

Embora detalhes exatos sobre a tecnologia por trás do Calendário Mágico não tenha sido mencionado, a ideia em si é muito interessante. Você pode achar que este é só um conceito interessante, mas que nunca será produzido, só que desta vez, a história é diferente. O Magic Calendar foi um dos 200 indicados para o Android Experiments OBJECT, um concurso feito pelo Google no Japão para premiar as melhores ideias para smartphones rodando Android, e acabou como um dos quatro vencedores do Grand Prix do concurso, assim o projeto vai para a próxima etapa, que é a produção de protótipos funcionais.

De repente daqui a poucos meses, um novo gadget virá para as prateleiras e vamos querer jogar todo o nosso dinheiro nele. O mais novo calendário de tinta eletrônica que se sincroniza com o smartphone e se parece com o calendário mais bonito e útil que poderíamos precisar em nossas vidas.

O estúdio Those apresenta Joto.

O estúdio Those apresenta Joto.

Design, Gadgets, Tecnologia

Um estúdio de design baseado em Londres chamado Those, apresenta Joto, que promete transformar pixels em obras finalizadas em caneta de tinta sobre papel.

Joto é composto de uma caneta, um apagador, uma placa e algumas peças robóticas lustrosas, a grande sacada do design é o equilíbrio perfeito de forma e função. E a coisa toda é controlada através do aplicativo Joto.

Para os fans da caneta e papel, fica clara a missão da equipe de desenvolvimento de produto, que é criar conexão entre o mundo digital e o mundo real. O software que comanda o Joto foi construído para que ele possa se integrar com os aplicativos mais favoritos, como o Twitter, Instagram e Facebook.

Mas é o hardware que em primeiro lugar chama atenção de qualquer pessoa, esse fato potencializou o crescimento de uma comunidade de usuários que amam Joto. Uma comunidade cada vez maior de entusiastas do design, artistas, ilustradores, fabricantes e hackers que estão animados para ver como Joto vai mudar a forma como nos comunicamos e começar a exibir as coisas que amamos.

Envie desenhos para suas paredes, transforme sua casa em uma galeria em constante mudança, pois Joto recebe os pedidos e começa a desenhar dede um simples esboço, obras de arte, notas de amor, listas de tarefas e outros.

No app Joto você pode habilitar a função Jot-to-Jot Messaging, que permite rabiscar citações, tweets, manchetes, feliz aniversário e “Olá, como você está?” na parede do seu amigo de qualquer lugar do mundo.

Informações serão exibidas com estilo, na cozinha para fazer a lista de compras, no comércio como um menu atualizável de um café ou bistrô, ou usá-lo no local de trabalho como um quadro de avisos.

Acontece que as pessoas adoram Joto, e foi assim que Joto foi anunciado como Vencedor do Ano no Projeto Beazley na categoria Voto Público no Museu do Design. E também esta bem cotado no Kickstarter.

Os Cyberpunks, os Cypherpunks e Blockchain

Os Cyberpunks, os Cypherpunks e Blockchain

Design, Lifestyle, Tecnologia

O termo Cyberpunk foi utilizado pela primeira vez em 1983 por Bruce Bethke, escritor norte-americano, mas rapidamente foi acolhido aos trabalhos de outros escritores como: William Gibson, Bruce Sterling, John Shirley, Rudy Rucker, Michael Swanwick, Pat Cadigan, Lewis Shiner, Richard Kadrey dentre outros.

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Os cyberpunks contrariam os padrões impostos pela sociedade.

São taxados como indivíduos rebeldes e vândalos. A maioria dos cyberpunks apresenta as características listadas abaixo:
– Pessoas extremamente inteligentes a ponto de aprender sem o auxílio de terceiros,
– Gostam de músicas eletrônicas,
– Gostam de jogos em rede,
– Apreciam a eletrônica,
– Apreciam a ficção científica,
– Utilizam sistemas operacionais de código aberto,
– Não se apegam a estilos como de roupas e danças,
– São chamados de crackers, hackers, phreakers, otalcus e zippies, porém não são.

O cyberpunk é definido como uma subcultura, um subgênero de ficção cientifica, mas é possível dizer que sua origem embrionária foi sendo gerada na desilusão por regimes de governo que prometiam “sociedades perfeitas” em uma época não muito distante.

[As grandes corporações estão espionando VOCÊ! Deixe sabê-las que você sabe disso…]

O conceito de privacidade embora pareça tão implícito nos dias de hoje não é tão velho assim, surgiu em meados do século XVI o que dá a entender que antes disso provavelmente suas opiniões, medos e convicções seriam compartilhados por uma rede de informações regidas pelo boca-a-boca de sua respectiva comunidade, num verdadeiro “reality show” da Idade Moderna. Porém, cada vez mais parece que este conceito tem se deteriorado e o surgimento da Internet (chamemos carinhosamente aqui de Matrix), facilitou o quanto nossa vida pode ficar exposta, nos causando danos às vezes irreparáveis.

Podemos ser “escravos” de um sistema, da necessidade e da vontade, mas é pior ser “escravo” acreditando-se livre. A tomada de consciência da nossa condição pode ser uma lufada de ar fresco, um passo mesmo que vacilante para a liberdade a qualquer tempo.

É por esta razão que na ficção científica é severamente proibido qualquer tentativa de humanização da máquina. Deseja-se que o humanoide permaneça humano apenas na aparência.

O cyberpunk surgiu como manifestação estética contrária a esse sistema de controle da vida contemporânea.
Antes da década de 1970, a criptografia era praticada principalmente em segredo por agências militares e de espionagem. Mas, isso mudou quando duas publicações trouxeram à tona a criptografia: US government publication of the Data Encryption Standard e o primeiro trabalho disponível publicamente sobre criptografia de chave pública, “New Directions in Cryptography” by Dr Whitfield Diffie and Dr Martin Hellman.

Na década de 1980, o Dr. David Chaum escreveu extensivamente sobre temas como sistemas de caixa digital e reputação pseudonymous anônimos, que ele descreveu em seu artigo “Security without Identification: Transaction Systems to Make Big Brother Obsolete”.

Ao longo dos anos 90, essas idéias se fundiram em um movimento.
Cypherpunk, que faz uso da criptografia como mecanismo de defesa dos indivíduos perante a apropriação e uso bélico da internet pelos governos, Estados e empresas.

Os cypherpunks defendem a utilização da criptografia e métodos similares como meios para provocar mudanças sociais e políticas.

O movimento teve início em 1990, atingiu o auge de suas atividades durante as “criptoguerras” e, sobretudo, após a censura da Internet em 2011 na Primavera Árabe. O termo cypherpunk, uma derivação (criptográfica) de cipher (escrita cifrada) e punk, foi incluído no Oxford English Dictionary em 2006.

No final de 1992, Eric Hughes, Timothy C May, and John Gilmore fundaram um pequeno grupo que se reunia mensalmente na empresa de Gilmore a Cygnus Solutions na área da Baía de San Francisco. A lista de discussão Cypherpunks foi formada mais ou menos no mesmo tempo, e apenas alguns meses depois, Eric Hughes publicou “A Cypherpunk’s Manifesto”.

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Alguns Cypherpunks notáveis e suas realizações:
Jacob Appelbaum: Tor developer
Julian Assange: Founder of WikiLeaks
Dr Adam Back: Inventor of Hashcash, co-founder of Blockstream
Bram Cohen: Creator of BitTorrent
Hal Finney: Main author of PGP 2.0, creator of Reusable Proof of Work
Tim Hudson: Co-author of SSLeay, the precursor to OpenSSL
Paul Kocher: Co-author of SSL 3.0
Moxie Marlinspike: Founder of Open Whisper Systems (developer of Signal)
Steven Schear: Creator of the concept of the “warrant canary”
Bruce Schneier: Well-known security author
Zooko Wilcox-O’Hearn: DigiCash developer, Founder of Zcash
Philip Zimmermann: Creator of PGP 1.0

Julian Assange tem sido uma voz proeminente no movimento cypherpunk desde os anos 1990. Ele criou inúmeros projetos de software alinhados com a filosofia do movimento, inclusive o código original para o WikiLeaks. Preso em dezembro de 2010, o ativista é mantido em prisão domiciliar no Reino Unido desde então, sem que qualquer acusação formal tenha sido feita contra ele.

Em 2004, Hal Finney criou Reusable Proof of Work (RPOW) tokens criptográficos que só podem ser usados uma vez, Nick Szabo publicou uma proposta para “bit gold” em 2005, e finalmente, em 2008, Satoshi Nakamoto, um pseudônimo para um indivíduo ainda não identificado ou indivíduos, publicou o “white paper bitcoin”, citando tanto hashcash and b-money.

Satoshi Nakamoto desencadeou uma avalanche de progresso, reforçando todo o movimento cypherpunk, permitindo que organizações como a WikiLeaks continue operando através de doações bitcoin.

Com Bitcoin você pode ser um empreendedor, um investidor, um executivo, um advogado, um professor, um estudante, ou apenas um curioso sobre moedas digitais, para entender que Blockchain é um ecossistema crescente de startups.

Tecnologias Blockchain tem provocado uma onda de inovação empresarial em uma grande variedade de indústrias, incluindo serviços financeiros e pagamentos, títulos e mercadorias, o financiamento do comércio, remessas, cadeia de suprimentos, Big Data, cuidados de saúde, imobiliário, tantos outros.

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Soluções baseadas em Blockchain podem ajudar a gerenciar organizações autônomas descentralizadas (DAOs).

Surgiram produtos para melhorar a governança das organizações públicas e privadas, em geral, reduzir corrupção e a fraude, acelerar o aparecimento da “Internet das coisas”, controlar a proveniência dos bens, e muitos mais.

Desde que os Cypherpunks estabeleceram sua missão, o cenário tecnológico tem avançado ao ponto onde indivíduos e grupos se comunicam e interagem uns com os outros de uma maneira totalmente anônima. Duas pessoas podem trocar mensagens, realizar negócios e negociar contratos por via eletrônica sem nunca saber o verdadeiro nome ou identidade legal da outra.

Cypherpunks acreditam que a privacidade é um direito humano fundamental, e a tecnologia Blockchain viabiliza ferramentas potencializadoras desta onda. É natural que os governos vão tentar retardar ou parar a disseminação desta tecnologia, citando preocupações de segurança nacional, o uso da tecnologia por criminosos e medos da desintegração social.

Cypherpunks escrevem seu próprio código, eles sabem que alguém tem de escrever o software para defender a privacidade e portanto assumiram a tarefa.
Eles publicam seus códigos para que companheiros Cypherpunks possam aprender com eles, atacá-los e melhorá-los. Os códigos são livres para qualquer um usar. Eles sabem que o software não pode ser destruído e que os sistemas distribuídos como Blockchain não podem ser desligados.

fuseproject apresenta MultipliCITY.

fuseproject apresenta MultipliCITY.

Decoração, Design

MultipliCITY é a primeira coleção de mobiliário para exteriores da marca fuseproject.

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Peças projetadas para curtir o ar fresco, socializar, trabalhar no sol e estar ao ar livre. As peças da coleção possuem partes fundidas estruturais inteligentes, que permitem personalizar as superfícies horizontais com madeiras variadas e acabamentos diversos. Esse conceito reduz o volume e o custo do transporte, ao mesmo tempo, permitindo que arquitetos e decoradores desenvolvam suas próprias versões do sistema.

MultipliCITY traz soluções funcionais como respostas ao modo como vivemos e trabalhamos ao ar livre.

Com montagem inteligente e conexões expostas, que foram criadas para melhorar a apreciação do tempo que passamos lá fora, atender às necessidades não satisfeitas e gerar momentos deliciosos.

Landscape Forms um líder do segmento de mobiliário para exteriores e utensílios para casa, aproximou-se de Yves Béhar e da fuseproject com a proposta de alavancar a marca para além dos EUA, assim realizaram uma auditoria completa do cenário competitivo, incluindo posicionamento dos produtos, estética (forma, materiais e acabamentos) e mapearam informações de vendas e logística.Foram dias também de inúmeras entrevistas informais com arquitetos e paisagistas para entender como eles avaliavam os produtos e juntamente identificavam as eventuais necessidades não satisfeitas.

A estratégia de design resultante incidiu sobre duas coisas, a eficiência e a personalização.

Na eficiência surge o design modular, em que os elementos centrais e estruturais como as pernas de mesas, quadros dos bancos, etc são enviados para os clientes e as superfícies de acabamento, que podem ser de madeira, bambu, concreto moldado ou outros são adquiridos localmente. Esse processo requer uma expedição menor de material, é melhor para o meio ambiente e reduz os custos. Ele também permite um maior grau de personalização do que tipicamente observado em mobiliário de exterior, permitindo que arquitetos e designers tenham uma maior liberdade e flexibilidade.

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MultipliCITY coleção de mobiliário para exteriores

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MultipliCITY coleção de mobiliário para exteriores

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MultipliCITY coleção de mobiliário para exteriores

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MultipliCITY coleção de mobiliário para exteriores

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MultipliCITY coleção de mobiliário para exteriores

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MultipliCITY coleção de mobiliário para exteriores

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HCWD Studio apresenta Brick Lamp.

HCWD Studio apresenta Brick Lamp.

Arquitetura, Design

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Brick Lamp uma luminária de LED portátil com bateria embutida de forma simples e elegante, é apresentada pelos designers HsinChun Wang e Liu Ye do HCWD Studio, um estúdio de design com sede em Nova York.

A peça de design minimalista e intuitivo, quando na vertical fica ON e na horizontal fica OFF, o objetivo é capturar o momento da luz, hora está escondida e no momento seguinte é revelada, esse inesperado transforma a rotina de um objeto do cotidiano em uma experiência enriquecedora e proporciona divertimento.

Em vez de um interruptor, o Brick Lamp possui um mecanismo on & off  projetado para trabalhar em todos os tipos de superfícies horizontais, incluindo bancadas laminadas, pisos em branco ou mesas de vidro.

A versão de concreto é feita a partir de uma mistura especial de cimento e areias de grão fino. Ela é moldada em um molde de borracha de alta qualidade para criar um acabamento super fino e liso.

Uma versão alternativa produzida em madeira é feita a partir de uma única peça autêntica de madeira e foi projetada para se adequar a decoração de interiores mais clássica.

A versão de metal exclusiva para Kickstarter  é precisamente produzida a partir de um único bloco de alumínio sólido cortado por uma máquina controlada por computador, o acabamento fosco é gerado com jateamento de areia, em seguida passa por um processo elétrico de anodização para sela e protege o alumínio de ferrugem e manchas permanentes.

Super fácil de usar, portátil e sem fio, Brick Lamp é facilmente recarregada usando uma porta USB, você pode carregá-la em seu computador, laptop, e tomada de parede.

Você pode usar Bric Lamp com ou sem o cabo conectado. Quando o cabo estiver conectado, ele fornece simultaneamente o poder do LED e carrega a bateria embutida de lítio-ion. Uma vez que está totalmente carregada, o circuito de proteção irá desligar automaticamente. A bateria totalmente carregada pode durar até 5 horas com uso normal.

Brick Lamp luminária de LED portátil com bateria embutida

Brick Lamp luminária de LED portátil com bateria embutida

Brick Lamp luminária de LED portátil com bateria embutida

Brick Lamp luminária de LED portátil com bateria embutida

Brick Lamp luminária de LED portátil com bateria embutida

Brick Lamp luminária de LED portátil com bateria embutida

Brick Lamp luminária de LED portátil com bateria embutida

Brick Lamp luminária de LED portátil com bateria embutida

Brick Lamp luminária de LED portátil com bateria embutida

Brick Lamp luminária de LED portátil com bateria embutida

 

Registros de Música em Madeira por Amanda Ghassaei.

Registros de Música em Madeira por Amanda Ghassaei.

Design

Amanda Ghassaei

A fidelidade do som não é o ponto forte do objeto, mas as músicas que Amanda Ghassaei gravou neste disco de madeira são claramente identificáveis​​. Ela usou um cortador de laser para fazer os sulcos.

Ela conta: “O registros foram talhados em um Epilog 120 Watt Legend EXT com uma precisão de 1200dpi. O áudio dos registros tem uma profundidade de 4-5 bits (o do mp3 é de 16 bits) e uma taxa de amostragem de até cerca de 4,5 kHz (mp3 é 44,1). Até agora tive sucesso no corte de áudio em madeira, acrílico e papel, e tenho certeza que existem muitos outros materiais que são possíveis de trabalhar”

Amanda Ghassaei

Amanda Ghassaei

Amanda Ghassaei

Amanda Ghassaei

Amanda Ghassaei

Amanda Ghassaei

Lapka Breath seu monitor de álcool.

Lapka Breath seu monitor de álcool.

Design, Gadgets, Tecnologia

Lapka começou com a ambiciosa ideia de construir a mais bela ciência de todos os tempos. Começaram por explorar a rede corporal e o ambiente pessoal , utilizando inúmeros fatores ambientais sensíveis, como radiação e monóxido de carbono. Construíram ferramentas para o autocuidado e a harmonia da mente, mas nunca as viram como dispositivos medicinais.

Lapka BAM é um bafômetro. Ele mede a quantidade de álcool em seu sangue através de sua respiração e se conecta com o telefone para lhe dar uma leitura. Usá-lo é simples. Não há sincronização, sem emparelhamento, sem instruções especiais.

Lapka PEM é um monitor de ambiente pessoal minúsculo, maravilhosamente projetado que se conecta ao seu telefone para medir, coletar e analisar as qualidades ocultas do seu entorno.
Os sensores precisos da Lapka respondem ao mundo invisível de partículas, íons, moléculas e ondas. Mas a Lapka não apenas quantifica o que mede. Você obtém resultados que são específicos para onde você está.
Na rua, no escritório, no quarto de uma criança ou em um avião: o aplicativo Lapka compara suas leituras com as diretrizes médias para cada ambiente individual. Você pode coletar instantâneos de seu conforto ao longo do dia para criar um diário ou compartilhar com o mundo ao seu redor.

Rainmaker a pequena nuvem privada de Shahar Peleg.

Rainmaker a pequena nuvem privada de Shahar Peleg.

Design

Suas plantas de casa ficaram emocionadas ao serem regadas por sua pequena nuvem privada, Rainmaker se conecta facilmente a maioria das garrafas PET disponíveis no mercado.

pequena nuvem privada

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A pequena nuvem é apresentada pelo estúdio PELEG DESIGN fundado em 2004 pelo designer de Israel Shahar Peleg, funciona movido pela curiosidade e o desejo de transformar coisas comuns em projetos inovadores e emocionantes.

Shahar Peleg utiliza diferentes materiais e métodos para seus projetos, os produtos do estúdio são projetados para serem usados ​​em residências, escritórios e outros espaços de convivência. O mundo Peleg Desing gira em torno de três princípios básicos: a funcionalidade, estética e humor.

Através de ilusões de óptica os limites se estendem, convenções são quebradas, e o espectador é convidado a olhar mais de perto, revelando uma visão nova de produtos de estilo de vida diária.

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pequena nuvem privada

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pequena nuvem privada

Peças da série Cowrie por Brodie Neill.

Peças da série Cowrie por Brodie Neill.

Arquitetura, Design

Brodie Neill diretor criativo da Made in Ratio apresenta

as peças da série Cowrie, a cadeira presidente

e uma espreguiçadeira de balanço, ambas muito elegantes.

criativo da Made in Ratio apresenta as peças da série Cowrie, a cadeira presidente e uma espreguiçadeira de balanço, ambas muito elegantes.

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As peças de design atraente, são inspiradas nas linhas côncavas de conchas do mar, suas formas curvilíneas foram possíveis após um extenso processo de pesquisa e inovação que combina trabalho artesanal e tecnologia digital.

Projetadas e desenvolvidas em madeira compensada com um acabamento natural, o resultado final é brilhante, um único bloco e uma única dobra assim é a superfície dessas peças, que apresentam uma grande sensação de comodidade e simplicidade.

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criativo da Made in Ratio apresenta as peças da série Cowrie, a cadeira presidente e uma espreguiçadeira de balanço, ambas muito elegantes.

criativo da Made in Ratio apresenta as peças da série Cowrie, a cadeira presidente e uma espreguiçadeira de balanço, ambas muito elegantes.

criativo da Made in Ratio apresenta as peças da série Cowrie, a cadeira presidente e uma espreguiçadeira de balanço, ambas muito elegantes.

criativo da Made in Ratio apresenta as peças da série Cowrie, a cadeira presidente e uma espreguiçadeira de balanço, ambas muito elegantes.

criativo da Made in Ratio apresenta as peças da série Cowrie, a cadeira presidente e uma espreguiçadeira de balanço, ambas muito elegantes.

criativo da Made in Ratio apresenta as peças da série Cowrie, a cadeira presidente e uma espreguiçadeira de balanço, ambas muito elegantes.